"La felicidad es minimalista. Es sencilla y desnuda. Es una casi nada que lo es todo."
Rosa Montero
Pequeños desahogos de cotidianidades y una que otra cosa genial que encuentro por ahí y no quiero olvidar.
miércoles, 10 de julio de 2013
martes, 18 de junio de 2013
Ontem, em razão do vandalismo que se aproveitou da existência dos protestos, estava conversando com algumas pessoas sobre a tolerância à violência. Estava defendendo o banimento total da violência, no que, parece, fui acompanhado por bastante gente. Um amigo meu, também pacifista, citou que violência é algo típico da guerra, e não da paz. Mas outro, visivelmente levado pela emoção, estava defendendo a agressão, dizendo que "é o preço", e que "o capitalismo já é uma guerra", logo, sangue, agressão e violência fariam parte do jogo.
Em primeiro lugar, se você acha que vivemos em guerra, com o devido respeito, cale a boca. Você não sabe o que é uma guerra. Você não quer saber o que é uma guerra. Dê graças ao destino ou ao deus que você acredita por você nunca ter passado por uma guerra. Se a sua cartilhazinha alienada, abobada, diz que você vive em uma guerra, rasgue-a.
Segundo, ao iniciar violência, ao agredir alguém, mesmo que sua cartilha ou ideologia justifique, você está dando um passo em um território desconhecido, onde qualquer regra fruto da civilização é amassada e jogada no lixo. Nem as regras mais básicas, intuitivas, como a proporcionalidade, a ponderação, valem mais qualquer coisa. Violência é anomia, ausência total de regras. É uma regressão ao estado animal, e não há regra entre animais. É dar um cheque em branco e aceitar tacitamente seja lá o que for feito de você. Você não pode ser civilizado E violento. É impossível. Ou você abandona a civilização, e vira um simples animal, ou abandona a violência.
Se você quer romantizar a violência, se acha mesmo que está em uma "guerra", e que isso vai justificar a destruição que causar ou o sangue que você derramar, desculpe te dizer: você é um perigo, é um portador de um pensamento perigoso, que eu não quero ver se espalhando.
Apenas faça o favor de brincar de guerrinha longe de quem está lá de boa-fé. Afaste-se de quem saiu de casa inteiro, planejando voltar do mesmo jeito. De preferência, vá fazê-lo perto da polícia, que, tenho certeza, não se recusará a te ajudar a viver a sua fantasia.
Extraído Del facebook de Douglas Donin
http://www.facebook.com/douglasdnn
Em primeiro lugar, se você acha que vivemos em guerra, com o devido respeito, cale a boca. Você não sabe o que é uma guerra. Você não quer saber o que é uma guerra. Dê graças ao destino ou ao deus que você acredita por você nunca ter passado por uma guerra. Se a sua cartilhazinha alienada, abobada, diz que você vive em uma guerra, rasgue-a.
Segundo, ao iniciar violência, ao agredir alguém, mesmo que sua cartilha ou ideologia justifique, você está dando um passo em um território desconhecido, onde qualquer regra fruto da civilização é amassada e jogada no lixo. Nem as regras mais básicas, intuitivas, como a proporcionalidade, a ponderação, valem mais qualquer coisa. Violência é anomia, ausência total de regras. É uma regressão ao estado animal, e não há regra entre animais. É dar um cheque em branco e aceitar tacitamente seja lá o que for feito de você. Você não pode ser civilizado E violento. É impossível. Ou você abandona a civilização, e vira um simples animal, ou abandona a violência.
Se você quer romantizar a violência, se acha mesmo que está em uma "guerra", e que isso vai justificar a destruição que causar ou o sangue que você derramar, desculpe te dizer: você é um perigo, é um portador de um pensamento perigoso, que eu não quero ver se espalhando.
Apenas faça o favor de brincar de guerrinha longe de quem está lá de boa-fé. Afaste-se de quem saiu de casa inteiro, planejando voltar do mesmo jeito. De preferência, vá fazê-lo perto da polícia, que, tenho certeza, não se recusará a te ajudar a viver a sua fantasia.
Extraído Del facebook de Douglas Donin
http://www.facebook.com/douglasdnn
lunes, 10 de junio de 2013
miércoles, 22 de mayo de 2013
lunes, 20 de mayo de 2013
viernes, 17 de mayo de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
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